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quarta-feira, 23 de maio de 2012

DRENAGEM LINFÁTICA

DRENAGEM LINFÁTICA FACIAL:
BÁSICA:
5 ml de óleo vegetal de ABACATE
2 gotas de óleo essencial de LAVANDA
1 gota de óleo essencial de MELALEUCA

CLAREADORA:

2,5 ml de óleo vegetal de ABACATE
1 gota de óleo essencial de LARANJA-DOCE

EMOLIENTE:

2,5 ml de óleo vegetal de ABACATE
1 gota de óleo essencial de GERÂNIO

TONIFICANTE:

2,5 ml de óleo vegetal de ABACATE
1 gota de óleo essencial de PALMAROSA

ADELGAÇANTE:

5 ml de óleo vegetal de ABACATE
2 gotas de óleo essencial de MENTA-PIPERITA

Modo de usar:
Misturar os óleos essenciais no óleo vegetal e massagear a face 1 vez ao dia.

DRENAGEM LINFÁTICA CORPORAL:

BÁSICA:

15 ml de óleo vegetal de ABACATE
6 gotas de óleo essencial de LARANJA-DOCE
2 gotas de óleo essencial de LEMONGRASS
2 gotas de óleo essencial de YLANG-YLANG

EMOLIENTE:

10 ml de óleo vegetal de ABACATE
2 gotas de óleo essencial de GERÂNIO
1 gota de óleo essencial de PALMAROSA
1 gota de óleo essencial de GRAPEFRUIT

PÓS-OPERATÓRIO:

15 ml de óleo vegetal de ABACATE
4 gotas de óleo essencial de LAVANDA
2 gotas de óleo essencial de ALECRIM
2 gotas de óleo essencial de MELALEUCA

PRÓ-CIRCULATÓRIA:

10 ml de óleo vegetal de SEMENTE DE UVA
5 gotas de óleo essencial de ALECRIM
2 gotas de óleo essencial de LEMONGRASS

ADELGAÇANTE:

10 ml de óleo vegetal de ABACATE
5 gotas de óleo essencial de MENTA-PIPERITA
3 gotas de óleo essencial de ALECRIM

Modo de usar:
Misturar os óleos essenciais no óleo vegetal e massagear a região desejada 1 a 2 vezes ao dia.




REPELENTE

AMBIENTE:
10 gotas de óleo essencial de CITRONELA
No difusor ou 5 gotas na pastilha

CORPO:

10 ml de óleo vegetal de SEMENTE DE UVA
8 gotas de óleo essencial de CITRONELA.

Misturar o óleo essencial no óleo vegetal e aplicar nas áreas expostas.
Utilizar sempre que necessário.
Importante: evitar exposição ao sol por 1 hora.

PRIMEIROS SOCORROS

PANCADAS/HEMATOMAS:
2 gotas de óleo essencial de MENTA PIPERITA
Ou
2 gotas de óleo essencial de LAVANDA
VOMITO:
2 gotas de óleo essencial de MENTA PIPERITA
Misturar o óleo essencial em 1 colher de sopa de açúcar branco e dissolver em 1 copo d`água.
Fazer bochechos e gargarejos deixando o óleo essencial penetrar na mucosa bucal.

QUEIMADURAS:

Para pequenas áreas espalhar 2 gotas de óleo de LAVANDA diretamente na região afetada, para áreas grandes misturar 5 gotas de óleo essencial de lavanda em 1 litro de água fria e fazer compressa com gaze.

PICADA DE INSETO:

1 gota de óleo essencial de MELALEUCA ou
1 gota de óleo essencial de MENTA PIPERITA ou
1 gota de óleo essencial de LAVANDA
Aplicar direto no local.

INSÔNIA:

1 gota de óleo essencial de LAVANDA
Pingar no travesseiro

CORTES:

2 gotas de óleo essencial de MELALEUCA
Misturar 2 gotas de óleo essencial em 1 copo d água e fazer compressa com gaze no local.

DOR DE DENTE:

1 gota de óleo essencial de MELALEUCA
1 gota de óleo essencial de CRAVO FOLHA
Aplicar os óleos essenciais em um copo d´água, mexe bem para que eles se dispersem um pouco, bochechar ou gargarejar 3 vezes ao dia até o desaparecimento dos sintomas.

TORCICOLO:

2,5 ml de óleo vegetal de SEMENTE DE UVA
1 gota de óleo essencial de LAVANDA
1 gota de óleo essencial de MENTA PIPERITA
Misturar os óleos essenciais no óleo vegetal e aplicar sobre o local friccionando suavemente sobre a pele até que o óleo penetre totalmente. Aplicar 4 em 4 horas até que as dores desapareçam.

CÓLICA MENSTRUAL:

10 gotas de óleo essencial de LAVANDA
2 litros de água quente
Misturar o óleo essencial e com 2 panos fazer a compressa quente, durante 15 minutos.

CONGESTÃO NASAL:

3 gotas de óleo essencial de EUCALIPTO em 2 litros de água fervente.
Fazer inalação, aplicando as gotas do óleo essencial numa tigela com os 2 litros de água fervente. Cobrir a cabeça com uma toalha, formando um ambiente de vapor entre a tigela e a face, fechar bem os olhos e inalar o vapor por 3 minutos. 1 a 2 vezes ao dia até a melhora dos sintomas.

CUIDADOS COM A MUSCULATURA


FORTALECIMENTO:
10 ml de óleo vegetal de SEMENTE DE UVA
2 gotas de óleo essencial de ALECRIM
2 gotas de óleo essencial de LAVANDA
2 gotas de óleo essencial de GRAPEFRUIT
2 gotas de óleo essencial de EUCALIPTO

RELAXAMENTO:

10 ml de óleo vegetal de SEMENTE DE UVA
2 gotas de óleo essencial de LARANJA-DOCE
6 gotas de óleo essencial de LAVANDA

ENRIJECIMENTO:

10 ml de óleo vegetal de SEMENTE DE UVA
5 gotas de óleo essencial de ALECRIM
3 gotas de óleo essencial de GRAPEFRUIT

AQUECIMENTO:

10 ml de óleo vegetal de GÉRMEN DE TRIGO
6  gotas de óleo essencial de ALECRIM
2 gotas de óleos essencial de LEMONGRASS

MODO DE USAR:
Misturar os óleos essencial no óleo vegetal e aplicar com massagens ou fricções sobre a musculatura antes de atividades físicas. IMPORTANTE: evitar exposições ao sol por 1 hora.




terça-feira, 6 de março de 2012

INFORMAÇÕES INTERESSANTES!


·         - Na parte da alimentação, podemos amplificar o potencial antioxidante de tudo o que comemos aromatizando nossas comidas com óleos essenciais naturais. Para isso, pode-se misturar em 100 ml de um bom óleo extra virgem, que pode ser de: oliva, açaí, abacate, gergelim, gérmen de trigo ou semente de uva que são ricas fontes de vitamina E, e antioxidantes, cerca de 6 a 10 gotas totais de óleos essenciais de especiarias como: manjericão, estragão, erva-doce, funcho, limão, canela, noz moscada, louro, manjerona, cominho, tumérico(açafrão), laranja, hissopo, sálvia, grapefruit, cravo da índia, pimenta do reino, bay, bergamota, endro, alcarávia, alho, cebola, alecrim, hortelã ou gengibre. São óleos terapêuticamente ativos e que não apresentam nenhuma toxidade nesta diluição, até porque não irá utilizar todo o azeite preparado de uma só vez.
PODEM SER CRIADAS ASSIM, MISTURAS MARAVILHOSAS DE SABORES EXÓTICOS, INESQUECÍVEIS, COM ALTO PODER ANTIOXIDANTE E PREVENTIVO DE DOENÇAS, PARA USO DIÁRIO NA ALIMENTAÇÃO.

·        -  2 gotas de óleo de cravo (o,1ml) teria o potencial antioxidante equivalente a 1,5 litros de suco de laranja, ou quase 20 kg de cenouras cruas.

·         - Para se atingir o potencial antioxidante de 2 gotas de gerânio, teria de se comer em torno de 700 gramas de melancia. Este é um óleo que pode ser utilizado em sucos de maçã ou melancia (2 gotas para cada 1.500 ml de suco batido em liquidificador), que fica delicioso e, além de reduzir o avanço do envelhecimento, também age protegendo o organismo contra um variado número de cânceres (mama, fígado, pele, etc), dada a presença de geraniol, rico nestas propriedades.
Vale dizer também que a combinação de diferentes antioxidantes, gera atividades mais potentes, que funcionam de forma sinérgica. Pesquisas feitas com extratos obtidos via Co2 do alecrim, somado à vitamina E, mostraram ação antioxidante superior à das duas substâncias isoladas.

·       -   Em uma pesquisa, dentro dos moldes da dieta mediterrânea, com a adição de 1,5% de ervas aromáticas ricas em óleos às saladas havia um aumento de 150 a 200% da capacidade antioxidante da porção de salada. Uma porção de salada enriquecida com manjerona correspondeu à ingestão de 200 (SD 10) MG de substâncias fenólicas e 4.000 ute (SD 300) unidades ORAC. No mesmo estudo observou-se também considerável aumento da atividade antioxidante dos alimentos com o acréscimo de gengibre e cominho, assim como quando se usava azeite de oliva extra-virgem e o vinagre de vinho balsâmico.

·       -   Os radicais livres estão envolvidos com danos aos nervos e ao processo de envelhecimento cerebral, que leva ao esquecimento, déficit de memória, raciocínio lento e degeneração neural. Pesquisadores demonstraram capacidade do óleo de cravo e de tomilho de protegerem o cérebro e os olhos de danos dos efeitos deletérios dos radicais livres. Eles relataram que o cravo aumenta os níveis de DHA em 30% nas retinas de ratos velhos. O DHA (ácido docosahexaenóico) é uma das principais gorduras do tipo ômega 3, que fazem parte da constituição dos neurônios e da retina, sendo a sua falta origem da degeneração macular e de distúrbios como a depressão, déficit de atenção e senilidade cerebral.

·         “A DIFERENÇA ENTRE O REMÉDIO E O VENENO É A DOSE”

O problema de toxidade de muitos componentes presentes nos óleos essenciais como os fenóis estaria relacionado com sua dosagem.
A questão da diferença entre a dose terapêutica e a dose tóxica é vista em vários sentidos, por exemplo, até a radiação gama mostrou-se saudável como imunoestimulante em doses extremamente baixas, quando comparada a doses altas (na radioterapia) que lesam e matam tecidos.
Por exemplo: existe o caso de falência hepática fulminante de um menino após a ingestão de 10 ml de óleo de cravo. Há casos de envenenamento também seguido de morte com 1 colher de sopa de óleo de cânfora em um adolescente, 15 ml de citronela por uma criança de 21 meses, e a ingestão de 30 ml de óleo de eucalipto glóbulus, por um menino de 10 anos. TODOS DOSES ABSURDAMENTE ALTAS!

·        -  Pode ocorrer incompatibilidade com alguns óleos essenciais e alguns componentes em certos medicamentos quando ingeridos simultaneamente. Atenção, consulte um médico ou aromaterapeuta.

segunda-feira, 5 de março de 2012

DIFERENÇA DOS ÓLEOS


ÓLEO DE COCO DA PRAIA, PALMISTE, BABAÇU E MACAÚBA – EMAGREÇA COM SAÚDE E FORTALEÇA SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO
ÓLEOS LÁURICOS DOS CÔCOS
CÔCO DA PRAIA, BABAÇU, PALMISTE, MACAÚBA
A grande vantagem dos óleos de palmiste, babaçu e macaúba é custarem
metade do preço do óleo de coco da praia e darem o mesmo resultado
pois possuem o mesmo teor do ácido laúrico, princípio ativo que emagrece,
aumenta a imunidade, reduz inflamações, abaixa o colesterol e combate infecções.

Atualmente o mercado está hiper-estimulado com a divulgação feita pela mídia sobre as propriedades do óleo de côco. Devido à imensa divulgação de suas propriedades terapêuticas, em especial o fato de poder ocasionar emagrecimento, o preço deste produto foi às alturas. O que as pessoas não sabem é que existem alternativas brasileiras de óleos com composição idêntica e que são provenientes de coqueiros também. Estas alternativas são o babaçu, o palmiste e a macaúba, coqueiros brasileiros! Todos os 3 produtos são fontes riquíssimas de ácido laurico, com teores iguais ao coco da praia. A mídia também tem feito uma divulgação de que o óleo de côco para funcionar precisa ser extra-virgem, e por conta disso muitas pessoas não têm conseguido tomar o produto devido ao seu gosto forte. Também tem alegado que se não for extra-virgem perde seus antioxidantes e fica sem efeito. Primeiramente, o princípio ativo que faz emagrecer, reduz o colesterol, aumenta a imunidade e traz outros benefícios, o ácido láurico, não se perde no refino pelo qual estes óleos passam. Seu refino não causa danos à gordura pois não utiliza soda cáustica ou ácido sulfúrico como os óleos de prateleira de supermercado (estes sim estão danificados), sendo um método que atua só na redução do odor e gosto. Segundo, estes óleos não são fontes ricas de vitamina E e outros antioxidantes, como o óleo de oliva ou germe de trigo, sendo que o ativo antioxidante é a própria gordura, o ácido láurico. Assim, mesmo refinado, o ácido laúrico não se perde em nada e mantém suas propriedades naturais. No texto a seguir você conhecerá mais sobre este produto magnífico e desmistificará alguns mitos criados no mercado visando lucros e interesses particulares.        

Propriedades terapèuticas dos óleos laúricos
Uso interno (1 colher de sopa, 2-3 vezes ao dia):
1. Reduz inflamações (artrite, artrose, reumatismo, etc)
2. Combate cândida e outros fungos.
3. Combate bactérias e vírus como H. pylori, bactéria causadora da gastrite, e os vírus do herpes, ou Epstein-bar causador do câncer de laringe)
4. Melhora o funcionamento da tireóide, ajudando principalmente no hipotireoidismo
5. Emagrece, por ser a única gordura não estocada no corpo, ativando também o metabolismo e induzindo à queima de gordura.
6. Aumenta a imunidade, por induzir à medula óssea a formar mais linfócitos (células de defesa)
7. Aumenta a longevidade, por ser uma gordura que não oxida fácil e previne o envelhecimento precoce.
8. Se for usado o palmiste refinado, não deixa gosto na comida e substitui os óleos de cozinha (soja, girassol, canola, algodão, milho).
Uso externo:
1. Previne rugas por sua ação antioxidante de outras gorduras.
2. Previne estrias se usado localmente e diariamente por grávidas.
3. Hidrata e mantém os cabelos sedosos (uso de algumas gotas nas mãos ou 1 tampa em 100 gramas de creme)
4. Excelente em massagens terapêuticas e também na hidratação pós banho.
Você sabia que a antiga gordura de côco vendida no Brasil e comprada pelos nossos avós era óleo de palmiste e babaçu?
SAIBA MAIS
Os óleos láuricos são óleos obtidos de coqueiros nativos de países tropicais. Se destacam, frente a outros tipos de gorduras, pela sua concentração elevada de ácido láurico, componente importante do leite materno humano, para o fortalecimento imunológico do bebê. Pesquisas cientificas demonstram que o ácido láurico possui a capacidade de aumentar o sistema imunológico pela ativação da liberação de uma substância chamada interleucina 2 (Wallace, F A et al.), que faz a medula óssea fabricar mais células brancas de defesa (isso é muito bom para quem tem imunidade baixa como pessoas com AIDS e Câncer). Além disso, os óleos láuricos agem como antiinflamatórios pela inibição da síntese local de prostaglandinas (PGE2) e interleucina 6 que são substâncias pró-inflamatórias presentes em quadros reumáticos, artrites e inflamações musculares. Ou seja, eles são antiinflamatórios.
Quando o ácido láurico chega aos nossos intestinos ele é quebrado pela enzima lípase e se transformaem monolaurina. Amonolaurina é absorvida pelos intestinos e vai ao sangue. Esta substância, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipídios que envolve os vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos. A ação atribuída a monolaurina é a de que ela solubiliza os lipídios contidos no envoltório dos vírus, causando a sua destruição. Há assim uma potencial atividade antiviral e anti-bacteriana desta substância contra vírus perigosos como Epstein-Barr, causador da mononucleose e bactérias como a Helicobacter pylori, principal causa hoje do câncer do estômago (Enig, M.; Issacs, C.E. et al. & Kabara J.J. et al.).
De fácil absorção, os óleos láuricos não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transformam em energia, gerando calor e queimando calorias, o que leva à perda de peso. De fato, por este efeito, o uso destes óleos têm se tornado famoso internacionalmente em dietas de emagrecimento, pois são o único tipo de gordura que ao ser metabolizada pelo corpo, não é estocada na forma de tecido gorduroso (St-Onge, M.P. et al. & Van Wymelbeke, V., et al.). Podem ser usados na culinária em substituição aos tradicionais óleos empregados na cozinha o que progressivamente reduz os depósitos de gordura localizada, levando ao emagrecimento natural e redução de problemas como a celulite.
Algumas observações levaram à descoberta que óleos láuricos estimulam a função da glândula tireóide. O bom funcionamento desta glândula, faz com que o mal colesterol (LDL) produza hormônios que reduzem a velocidade de envelhecimento do corpo como o DHEA, pregnenolona e a progesterona. Estes hormônios reduzem sintomas associados à menopausa e tensão pré-menstrual na mulher, problemas cardiovasculares, obesidade, entre outras doenças.
Estudos científicos mais recentes demonstraram que os óleos láuricos não aumentam os níveis de colesterol como se pensava, mas muito pelo contrário, eles balanceiam os níveis do bom colesterol (HDL) no sangue (Enig, M. & Hostmark et al & Kaunitz e Dayrit & Awad). As pesquisas antigas com óleo de côco e que mostravam o contrário haviam sido feitas com óleo de côco parcialmente hidrogenado. Nenhum de nossos óleos passa por processo de hidrogenação, que pode dar origem à formação de gordura trans, que aumenta os níveis de colesterol e favorece o surgimento de câncer.  Os óleos láuricos reduzem a oxidação do mau colesterol (LDL) no sangue prevenindo doenças cardiovasculares.
Óleos láuricos também ajudam a diminuir a compulsão por carboidratos (açúcar, doces, biscoitos, etc) devido a não estimularem a liberação de insulina. A maioria dos óleos poliinsaturados dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição e restabelecendo os níveis normais de energia.
Óleos láuricos possuem um ótimo desempenho na cozinha por serem muito estáveis sob altas temperaturas. Na cozinha, não há nenhuma gordura melhor: diminuem o mau colesterol (LDL), ajudam a manter o peso, aumentam a imunidade, e protegem contra doenças cardiovasculares.
O ácido láurico pode fazer estes óleos endurecerem em temperaturas inferiores a 23º graus. Em dias frios, para fazer a gordura voltar ao estado líquido, basta deixar a embalagem do óleo no sol da manhã ou aquecer em banho maria, que a gordura volta ao seu estado natural liquido. Você também pode apertar a garrafa levemente até que a gordura saia
Há 4 tipos principais de coqueiros dos quais têm-se atualmente obtido óleos ricos em ácido láurico no mercado:
Coco da praia (Cocus nucifera), do qual se obtém a “água de côco” e óleo rico em ácido láurico de sua polpa branca. Para ser empregado existem as versões extra-virgem (ricoem vitamina E e aroma de côco), ou refinado (praticamente inodoro).
Coco babaçu (Orbignya oleifera), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo óleo láurico. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem.
Coco macaúba (Acrocomia aculeata), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo óleo láurico.. Suas características são idênticas às do babaçu.
Coco palmiste (Elaeis guineensis) obtido do caroço da palma. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem. A vantagem deste produto é que ele não apresenta o cheiro que o babaçu ou óleo de côco eventualmente trazem, mesmo sendo refinados.
O refino não altera as qualidades naturais destes óleos devido à sua grande estabilidade ao calor e este processo não envolver o uso de produtos químicos prejudiciais à saúde. O processo de refino é feito por destilação e resfriamento brusco em atmosfera livre de oxigênio e uso de ácido cítrico, diferente de gorduras do supermercado (soja, canola, algodão, milho, girassol) que utilizam ácido sulfúrico e soda cáustica e temperaturas altas (mais de 100 graus) em atmosfera oxigenada, o que danifica os ácidos graxos iniciando sua oxidação.
Há uma vantagem no uso dos óleos de côco palmiste e côco babaçu frente ao côco da praia, que é um custo mais baixo destes óleos com os mesmos resultados.
O uso destes óleos como veículos carreadores para massagem, ou em bases de cremes é uma excelente alternativa que apresenta as vantagens de:
1. Não rançar facilmente, mesmo em contato com água em bases de cremes e possuir alta durabilidade.
2. Penetrar com extrema rapidez pelos poros da pele, facilitando a entrada de óleos essenciais e outros bioativos.
3. Ao penetrar no corpo agir como imunomodulador, contribuído assim para o fortalecimento da imunidade e equilíbrio de quadros inflamatórios.
Tabela comparativa de alguns óleos de cocos e seus teores de ácido láurico. Devido a isso suas propriedades são idênticas.
Composição de                Ácidos Graxos
Óleo de Palmiste
Óleo de Babaçu
Óleo de Côco da praia
Ácido Caprílico (C 8:0)
2. 5
4.5
6.09
Ácido Cáprico (C 10:0)
4.2
6.0
5.8
Ácido Láurico (C 12:0)
(em média 42 -52%)
(em média 42 -52%)
(em média 42 -52%)
Ácido Mirístico (C 14:0)
16.2
16.50
19.42
Ácido Palmítico (C 16:0)
9.2
6.0
9.12
Ácido Esteárico (C 18:0)
2.1
3.0
3.3
Ácido Oleico (C 18:1)
15.4
12.50
5.87
Ácido Linoleico (C 18:2)
1.4
2.0
0.86
Ácido Araquidico (C 20:0)
0.3
0.1
0.1
Obs.: Estas porcentagens podem variar de acordo com a época do ano que o produto foi obtido e procedência. Contudo são variações pequenas que caracterizam teores de ácido láurico por exemplo, sempre bem parecidos. A média de ácido láurico nos 3 óleos varia de42 a52%.