Mostrando postagens com marcador TRATAMENTOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TRATAMENTOS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

TRATAMENTO COM ÓLEO DE GIRASSOL


Por meio da terapia do oleo de girasol, é possível curar dores de cabeça, bronquite, dor de dente, tromboses, artroses, eczemas, úlceras de estômago, problemas intestinais, cardíacos e renais, encefalite e diversas doenças da mulher. É possível prevenir diversas moléstias crônicas dos sistemas circulatório, nervoso, digestivo e respiratório.

Em encontro da associação de Oncologistas e Bacteriologistas da Ucrânia, o Dr. F. Karach apresentou uma terapia extremamente simples utilizando óleo de girassol.
 
O Dr. Karach explicou que essa terapia consiste simplesmente em fazer bochechos com o óleo, provocando um processo de cura dentro do organismo. Dessa forma, é possível curar simultaneamente células, tecidos e órgãos do corpo humano evitando a destruição da microflora. O método atua simultaneamente sobre todo o organismo - prevenindo e curando. Aumenta o equilíbrio do organismo e, conseqüentemente, a direção da vida humana.
 
Por meio dessa terapia, é possível curar dores de cabeça, bronquite, dor de dente, tromboses, artroses, eczemas, úlceras de estômago, problemas intestinais, cardíacos e renais, encefalite e diversas doenças da mulher. É possível prevenir diversas moléstias crônicas dos sistemas circulatório, nervoso, digestivo e respiratório.
 
Método
            
Usamos óleo vegetal de girassol obtido por compressão a frio. O óleo no máximo uma colher de sopa, no mínimo uma colher de chá-- é revolvido tranqüilamente na boca, sugado através dos dentes, chupado de um lado para o outro, durante 15 a 20 minutos.
 
O óleo não deve ser engolido, nunca!
 
De início, o óleo é grosso; depois, vai ficando cada vez mais fluído, quando deve ser cuspido. O líquido cuspido deve estar branco como leite. Se ainda estiver amarelo, significa que não bochechamos o tempo suficiente.
 
Depois de cuspir o óleo, precisamos bochechar diversas vezes com água e limpar bem os dentes com a escova. Como o líquido cuspido é venenoso, precisamos também limpar muita bem a pia.
 
No líquido cuspido encontra-se grande quantidade de germes patogênicos e outras substâncias nocivas. Colocando uma gota sob o microscópio, podemos observar uma espécie de filamentos móveis, que são micróbios em primeira fase de evolução. É importante enfatizar que, enquanto revolvemos o óleo na boca, o metabolismo se intensifica no organismo e o estado de saúde fica mais estável. Com efeitos mais visíveis, é possível observar que dentes moles ficam firmes, um sangramento de gengiva desaparece e os dentes ficam mais brancos.
 
É melhor bochechar com óleo de girassol de manhã cedo, antes do desjejum.
 
Para acelerar o processo de cura, esse método pode ser repetido três vezes ao dia, antes das refeições, com estômago vazio.
 
É preciso continuar o tratamento até o organismo recuperar a sua força, sua vitalidade e um sono tranqüilo. Na hora de acordar, não deve haver cansaço ou bolsas debaixo dos olhos. É preciso recuperar um apetite sadio, um sono profundo e boa memória.
 
Ás vezes é possível que ocorra uma aparente piora naquele doente que sofre de várias moléstias. A sensação de agravamento ocorre principalmente quando um foco de infecção começa a se desfazer ou a influir em outro foco que no futuro provocaria uma doença grave.
 
Não há motivo para interromper o processo de cura, mesmo aparecendo febre. A piora é sinal de que o organismo está reagindo e se recuperando. A cura acorre durante o bochecho com óleo, sendo que cada um deve sentir quantas vezes precisa repetir. Problemas agudos costumam sarar em dois ou quatro dias; problemas crônicos precisam, ás vezes, de um ano inteiro.
 
É admirável que um método biológico e inócuo faça tanto sucesso no tratamento de doenças—muitas vezes dispensando intervenções cirúrgicas e medicamentos com graves efeitos colaterais.
 
As resultadas desse método provocam surpresas e dúvidas, mas cada um de nós pode conferir a veracidade e o efeito em seu próprio organismo.
 
ÓLEO DE GIRASSOL
 
O ÓLEO DE GIRASSOL ORGÂNICO, Extra-Virgem extraído a frio de primeira e única pressão é elaborado artesanalmente a partir de sementes de girassol selecionadas e descascadas, cultivadas rigorosamente dentro das normas de produção orgânica, apresentando sabor levemente adocicado semelhante a nozes, aroma agradável e coloração amarelo dourada.
 
Trata-se de um óleo muito rico em Alfatocoferol (vitamina E natural), agindo positivamente sobre as funções reprodutoras com destacada ação antioxidante, e ácidos graxos essenciais bioativos, sendo o principal deles o ácido linoléico (66,8%) de Ômega 6) e o ácido oléico (20,9% de Ômega 9). Assim sendo, atua favoravelmente sobre a pele, aumentando sua elasticidade, sobre o sistema nervoso e endócrino, tendo seu efeito notado em todas as enfermidades degenerativas e cardiovasculares. Sua atividade é sobretudo observada em casso de hipercolesterolemia, arteriosclerose e problemas relacionados ao sistema nervoso central.
 
Ao contrário dos óleos comestíveis refinados, de baixa qualidade que são aquecidos, filtrados e clareados por processos químicos, o AZEITE DE GIRASSOL ORGÂNICO Extra-Virgem conserva todos os elementos nutritivos e as informações energéticas da planta e quando prensado a frio e produzido por processos naturais, revela, assim como as frutas, verduras e legumes orgãnicos, uma qualidade luminosa visivelmente maior.
 
Além disso, o girassol, devido ao seu formato e à sua característica de ter a "face" sempre voltada para o sol, simboliza a Luz, o Otimismo, a Cordialidade e o Crescimento, sendo considerada uma planta Elevadora. É denominado um ALIMENTO SUPERIOR FUNCIONAL BIOATIVO 8000 A
 
Recomenda-se o consumo de 5 a 10g/dia (1 a 2 colheres de sopa); (1g equivale a 9 cal.)
 
Conservar ao abrigo da luz em local fresco ou refrigerado.
 
ÓLEO EM ESTADO ISOMÉRICO CIS.
COMPOSIÇÃO MÉDIA DOS ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS EM 100 ML:

Ácido Alfa Linoléico (Ômega 6): 66,8%
Ácido Palmitoléico (Ômega 7): 0,1%
Ácido Oléico (Ômega 9): 20,9%
Ácido Erúcico: 0,4%
Ácido Mirístico: 0,1%
 
Ácido Palmítico: 7,2%
Ácido Esteárico: 3,1%
Ácido Araquídico: 0,2%
Ácido Behênico: 0,4%
Alfatocoferol:22,4%

Depoimentos
 
"Há três anos, eu sofria de um eczema vermelho e dolorido, que se estendia como uma marca feia do nariz à boca. A marca não melhorava com nenhum tipo de medicação. Quando li o artigo sobre o óleo de girassol na primeira circular desse ano, comecei imediatamente a bochechar com o óleo. Na terceira manhã, estava me olhando no espelho para me pentear e não acreditei o que vi: o eczema havia desaparecido por completo e até hoje não voltou".
 
Agora se passaram seis semanas e os milagres continuam. Durante mais de 30 anos tive que consultar um médico, na primavera e no outono, por causa de uma sinusite, muitas vezes acompanhada de uma forte febre. Fazia inalações, gargarejos e recebia tratamento ultravioleta. Outras vezes ficava acamada.
 
Seis semanas após a terapia com óleo, tudo desapareceu. Os lenços não estão mais repletos de muco e manchas escuras e até a bronquite desapareceu. Realmente não estou exagerando, e gostaria que soubessem da minha profunda gratidão pela publicação do artigo."
 
"Há alguns anos, duas freiras alemãs foram para a Rússia trabalhar com freiras polonesas em um grande centro industrial. Em seu relatório a Casa Mãe, mencionaram um costume estranho: antes de cada uma das três refeições era obrigada a "mastigar" o óleo de girassol durante 15 minutos.Não gostavam nada deste costume, que consideravam absurdo.
 
Um ano mais tarde, mandaram novo relatório.Desta vez, mencionaram novamente o óleo de girassol, mas de forma mais positiva.Ficaram abismadas ao perceber que muitos problemas de saúde haviam desaparecido e ambas estavam se sentindo fortes e saudáveis apesar do trabalho pesado.Atribuíram tudo isso ao óleo de girassol, tão valorizado pela população local.
 
"Logo após a publicação do primeiro artigo sobre curas com o óleo de girassol comecei com essa terapia. Parece incrível, mas há anos não tenho mais nenhum resfriado ou gripe".
 
"Há dois anos estou bochechando diariamente com óleo de girassol durante 15 minutos ao levantar. Resultado: há anos vivo sem resfriado, tosse, dor de garganta ou sinusite. Não tenho mais medo de andar de ônibus ou trem repleto de passageiros tossindo"
 
Há 20 anos estava sofrendo de um eczema no canal do ouvido.Muitas vezes a coceira era tão intensa que eu coçava até sangrar, outra escorria uma secreção malcheirosa do ouvido.A cada quatro semanas era preciso ir ao otorrino para fazer uma limpeza no canal.Nos últimos anos, ainda apareceu um zumbido no ouvido.A lavagem, as pomadas, e eventual irradiação só ajudavam durante quinze dias.
 
Motivada por inúmeros depoimentos, decidi então bochechar a cada manhã com óleo de girassol – uma colher de sopa durante 20 a 30 minutos.A coceira acabou após quatro dias apenas e, aos poucos, o canal ficou completamente liso.Durante a consulta seguinte o otorrino comentou: ’Não entendo, mas o ouvido está completamente curado.O que foi que a senhora fez?’
 
"Um amigo nosso teve um eczema muito grave no dorso da mão. Durante muito tempo ia de medico em medico. Começou a bochechar com óleo e após seis semanas, a erupção desapareceu para nunca mais voltar".
 
Estou bochechando desde 1993 e após um ano percebi que nunca mais tive câimbras na barriga da perna e nos pés "".
 
"Há dois anos estou bochechando durante o inverno duas a três vezes ao dia. Desde então meus brônquios não são mais afetados, não preciso mais usar spray ou medicamentos".
 
"Há dois anos bochecho regularmente com óleo de girassol. Antes disso, tinha um resfriado e gripe atrás do outro, apesar de me alimentar bem, praticar esporte, banhos alternados e sauna. Após os bochechos, não tive mais infecções respiratórias e, além disso, desapareceu o sangramento das gengivas, minha pele está mais limpa e pequenas feridas saram mais depressa. Também sinto que o bochecho tem um efeito calmante quando estou muito estressada e em pouco tempo, desaparecem os sintomas psicossomáticos no estomago e intestino, gostaria que isso servisse de incentivo para todos que ainda não provaram os bochechos".
 
"Há dois anos e meio estou bochecho regularmente e desde então minha bronquite de que sofria varias vezes por ano nunca mais apareceram. Também os meus problemas na gengiva desapareceram por completo".
 
O dentista John E. Waters observou que existe uma relação entre tumores malignos e tártaros nos dentes: em 20 anos de profissão, ele não encontrou nenhum caso câncer isento de tártaro nos dentes.Todos os casos de câncer e diabete vinham acompanhados de forte tártaro, o que pode servir de sinal de alarme.
 
"Quando li a respeito do óleo de girassol, comecei imediatamente a bochechar por causa de sangramentos na gengiva e problemas circulatórios. Ambos melhoraram e há dois meses também a dor nas costas diminuiu muito: posso me virar à vontade na cama e levantar com facilidade. Sinto-me melhor do que há, muitos anos".
 
"Meu dentista ficou muito admirado que meu tártaro praticamente desapareceu. Problemas crônicos levam mais tempo para melhorar. As hemorróidas desapareceram após nove meses. Minha pele ficou limpa após um ano, as varizes diminuíram e os problemas de insônia desapareceram. Após um ano minha pressão sanguínea, muito baixa, ficou normal. É importante perseverar. Todos os meus amigos que perseveraram melhoraram a saúde".
 
"Comecei a bochechar bastante descrente, mas logo após as primeiras aplicações desapareceu o zumbido dos ouvidos que muitas vezes havia chegado ao limite tolerável, Somente aquele que já sentiu esta tortura pode imaginar o meu alivio. Além disso, desapareceram os problemas brônquios e melhorou meu reumatismo. Estou me sentindo muito bem".
 
"Há um ano as dores em meu joelho direito haviam aumentado tanto que durante três dias não pude levantar. Comecei imediatamente com a terapia do óleo e após duas semanas melhorei muito. Tive medo que a melhora fosse apenas passageira, mas até hoje as dores não voltaram".
 
Também tenho uma tia de 87 anos que há muito tempo só podia se locomover com muita dor e apoiada e, uma bengala para andar os 300 metros até a minha casa. Também para ela parece um milagre: caminhando sem bengala e me acompanha à cidade para fazer compras."
 
"Conheço três pessoas que curaram as dores no ombro e uma que deixou de ter dores no joelho. Eu mesma curei a minha dor crônica no cóccix. Durante as férias, não bochechei e as dores voltaram. Ao retornar, recomecei a bochechar e as dores tornaram a desaparecer. Isso para mim é uma prova da eficácia do óleo".
 
"Há mais de quatro anos estou bochechando regularmente de manhã. É impossível comparar meu estado atual de saúde com a época anterior, quando constantemente resfriada, com dor de garganta, tosse, sinusite, sangramento na gengiva, tonturas e fraqueza. Tudo isso desapareceu e estou feliz de viver sem medo alguns desses problemas".
 
"Estou bochechando há algum tempo e a asma e a bronquite melhoraram."
 
RESUMO
 
Os sucessos obtidos mostram claramente que a terapia do óleo melhora os problemas da cabeça, no nariz, na garganta e nos brônquios—mesmo quando crônicos. Quando não houve cura, pelo menos ocorreu nítida melhora na defesa contra as infecções. Também foi possível observar significativa melhora dos problemas na boca. Além disso, houve melhora de doenças reumáticas, de pele e problemas neurológicos como neuralgias, depressões e insônia.
 
Fonte: Artigo traduzido do russo para a Sociedade de Pesquisa em medicina Natural, Natur und.Medizin, fundada em Bonn, Alemanha, em 1982, pelo ex-presidente da República Federal da Alemanha, Karl Carstens, e sua esposa, a médica Verônica Carstens.

domingo, 24 de junho de 2012

ÓLEO ESSENCIAL DE HORTELÃ

ÓLEO ESSENCIAL DE HORTELÃ - ação antiulcerogênica da espécie Hyptis spicigera

Por Isabel Gardenal
Cerca de 10% da população mundial tem ou já enfrentou um quadro de úlcera péptica em algum momento da vida. Esta doença, que causa danos e desconforto ao estômago, acomete principalmente indivíduos com idade entre 30 e 70 anos, e seu desenvolvimento está deveras relacionado com a digestão alimentar. Isso quando há sobreposição de fatores que agridem a mucosa gástrica – ácido clorídrico e pepsina – em relação aos fatores que a protegem – muco e bicarbonato, por exemplo. A experimentação de um óleo essencial da espécie Hyptis spicigera (cujos nomes populares são catirina, hortelã, cheirosa ou cheirosa-de-espiga) pela bióloga Christiane Takayama dá indícios de que no futuro ele poderá ser uma opção acertada na área de fármacos, para amenizar a sintomática dos pacientes com úlcera.
Em sua dissertação de mestrado, apresentada ao Instituto de Biologia (IB), Takayama forneceu os resultados preliminares que deverão confirmar, após novos testes de toxicidade, mais detalhes sobre o óleo desta planta e essa propriedade farmacológica. Fato é que ele chegou a inibir praticamente em 100% a formação da lesão ulcerativa. A primeira contribuição da bióloga foi concluir – em modelos animais – que tal planta possui sim atividade antiulcerogênica. “Assim sendo, parte deste contingente da população mundial poderá ser contemplado com os benefícios desta pesquisa, depois que ela ultrapassar a fase de testes e adentrar a indústria farmacêutica”, prevê.
O trabalho da pesquisadora, orientado pela professora do IB Alba Regina Monteiro Souza Brito e desenvolvido entre 2008 e 2010, consistiu em avaliar os mecanismos desta atividade na base testada, a de 100 mg/kg. Ao se aumentar o muco gástrico, camada responsável por proteger o estômago contra o suco gástrico (que contém pepsina e ácido clorídrico, os quais maltratam a mucosa estomacal), ele conseguiu defender o órgão contra a formação de lesões ulcerativas, não somente reduzindo-as, mas também impedindo a sua formação. “Foi um resultado encorajador”, comemora. Segundo ela, não existia na literatura científica provas cabais dessas atividades. “O que havia era apenas indicação popular, contudo nenhum estudo comprobatório desse potencial do óleo.”
Takayama descobriu mais. Outro mecanismo encontrado foi o de atividade antioxidante, capaz de abrandar a formação de espécies reativas de oxigênio por mecanismo de transferência de hidrogênio. Esta atividade foi avaliada tanto in vitro quanto in vivo em ratos. Além disso, o óleo exibiu ainda um forte potencial de cicatrização, conseguindo reduzir praticamente em 90% a área da lesão de úlcera nos animais. Para que isso acontecesse, houve a elevação dos níveis dessas substâncias que promovem o processo de cicatrização, que são a COX-2 e o EGF (fator de crescimento epidermal). O óleo da Hyptis spicigera aumentou mais que duas vezes a produção do EGF. Mostrou-se que, na prática, elas interferem aumentando a proliferação celular e, por isso, estimulam a cicatrização na mucosa gástrica dos animais e, possivelmente, em humanos.
O estômago produz ácido clorídrico e outras substâncias que se encarregam do processo de digestão. O conteúdo desse órgão torna-se, portanto, mais ácido, podendo lesionar a parede do estômago, caso os mecanismos de proteção do estômago estejam reduzidos. De acordo com a bióloga, o estômago contém células produtoras do muco que recobre a parede estomacal. Junto com ele, a secreção de bicarbonato é outro fator protetor, por ajudar a neutralizar o ácido.
Pois bem, tais mecanismos de produção de muco são controlados graças à ação das prostaglandinas. Contudo, é sabido que determinados anti-inflamatórios as limitam, retirando a proteção do estômago e do duodeno. É por esta causa que muitas pessoas sentem dor quando tomam este tipo de medicamento ou derivados.
Óleos essenciais
Esse e outros estudos têm sido possibilitados e sustentados por uma grande aliada – a área de óleos essenciais, que está em franca expansão nos cinco continentes. Por terem um odor agradável, são empregados em geral na indústria de perfumes, sendo ainda adotados na indústria de cosméticos, produtos de limpeza e também no setor alimentício. Neste caso, ele apresenta uma marcada atividade antioxidante, de modo a reduzir as espécies reativas de oxigênio, os radicais livres, que agridem os tecidos e são protagonistas em sua degradação.
Os óleos essenciais são extraídos de partes de plantas, particularmente caule, folhas, raízes, flores, inflorescências, frutos ou sementes. São óleos voláteis (que evaporam mesmo em condições normais) e, em geral, aromáticos. Mais recentemente, muitas investigações reforçam suas atividades farmacológicas. Por este motivo foi que Takayama resolveu analisar este óleo essencial.
Conforme a pesquisadora, a matéria-prima do óleo é utilizada como indicação popular desde a Antiguidade. Os estudos científicos, porém, começaram a se intensificar mais a partir da década de 1980. Agora, a questão envolvendo o setor farmacológico e de atividade antioxidante são ainda recentes. Advêm da década de 1990. “Com a descoberta dessas atividades em óleos essenciais, as perspectivas futuras são as melhores, restando encontrar uma melhor maneira de administrá-los em seres humanos”, assinala a bióloga.
Quando trabalhava com os experimentos animais, ela colocou em prática, como forma de administração, um veículo a priori aplicável em animais: o tween. Por se tratar de um óleo essencial, uma substância lipofílica (aquela que não é solúvel em água), ele precisava apenas de um veículo que o solubilizasse. “O próximo passo será encontrar um jeito de fazer a sua administração em humanos por via oral”, revela Takayama.
Até o momento, acredita-se que o que pode render um melhor resultado é a produção de medicamentos em microcápsulas, trabalho hoje desenvolvido pelo professor do IB Marcos Salvador, que atua na área de Fisiologia Vegetal. Ele avalia a viabilidade dessa forma de administração, já que diversos outros medicamentos corroboram a sua aplicabilidade e eficácia.
Com certeza, acentua Takayama, mais investigações serão necessárias para apurar a toxicidade contida nesse óleo. No caso do presente estudo, a bióloga realizou um screening de doses, separando a mais efetiva, que foi aquela de 100 mg/kg. Analisou apenas dois, dos muitos, parâmetros toxicológicos – a evolução ponderal dos animais e órgãos vitais como o fígado, o coração, os pulmões e os rins. Pelas análises desenvolvidas até aqui, não foi verificado nenhum sinal de toxicidade, pelo menos não na dose estudada. A pesquisadora pontua que esses resultados fazem parte de testes pré-clínicos e que existe um longo caminho para se chegar à análise em humanos, que pode demorar algo em torno de cinco a dez anos, estima.
Características da Hyptis spicigera
O gênero Hyptis apresenta diversidade morfológica e é encontrado no Cerrado brasileiro, com cerca de 300 a 400 espécies registradas, segundo Harley (1988). Atualmente, é consenso que elas são eficazes no tratamento de infecções gastrointestinais, câimbras, dores e infecções da pele. Além do mais, possuem efeito anestésico, antiespasmódico, anti-inflamatório e abortivo. No caso de Hyptis spicigera, trata-se de uma erva daninha e aromática, uma espécie de hortelã, diferente da comumente usada para fazer chás e infusões. Tem como característica peculiar a inflorescência, que a diferencia das demais espécies de Hyptis.
A inflorescência, afirma Takayama, é a parte da planta onde se localizam as flores, descrita pela forma como se dispõem umas em relação as outras. Normalmente aparece como um prolongamento que se assemelha ao caule, provido de folhas modificadas chamadas brácteas. Nas axilas destas brácteas, localizam-se as flores. Muitas famílias botânicas, frisa, se distinguem facilmente pelo seu tipo de inflorescência. “Na verdade, ela integra um conjunto de flores, não apenas uma”, explica.
Na mata, logo se observa que ali existe essa planta, graças ao seu aroma característico. O óleo que Takayama trabalhou foi o comercial, encontrado em empresa produtora de óleos essenciais. A sua dissertação integra a linha de pesquisa Atividade Antiulcerogênica de Produtos Naturais, coordenada pela professora Alba Brito, que é ainda responsável pelas linhas sobre a colite e as inflamações.
................................................
Publicação
Dissertação de Mestrado: “Determinação dos mecanismos antiulcerogênicos e antioxidantes do óleo essencial de Hyptis spicigera Lam., Lamiacceae”
Autora: Christiane Takayama
Orientadora: Alba Regina Monteiro Souza Brito
Unidade: Instituto de Biologia (IB)
Financiamento: Capes .

sábado, 23 de junho de 2012

ÓLEO DE GIRASSOL


Este método, conhecido como “oil pulling”, ou “óleo que puxa”, consiste em bochechar óleo de girassol em jejum, provocando um processo de cura dentro do organismo.

Desse modo, pode-se curar simultaneamente células, tecidos e órgãos do corpo humano, evitando a destruição da microflora, prevenindo, curando e aumentando o equilíbrio, uma vez que todo o organismo é atingido.

Tal método apresenta resultados excelentes na cura de diversos males, como dor de cabeça, bronquite, dor de dente, aterosclerose, eczema, leucemia, artrite, trombose, artrose, paralisia, gastrenterite, peritonite, doenças cardíacas, doenças renais, meningite, distúrbios hormonais, úlcera do estômago, problemas intestinais, encefalite, câncer, aids e diversas doenças da mulher.

Além disso, serve para prevenir várias moléstias crônicas do sistema circulatório, nervoso, digestivo e respiratório.

COMO PROCEDER



Usa-se óleo puro de girassol (ou gergelim) prensado a frio.


O óleo puro de girassol é bem amarelinho e tem cheiro forte de girassol. Custa o triplo do valor do óleo de girassol de cozinha, que não é puro.


Pela manhã, totalmente em jejum, coloca-se uma colher de sopa (ou um pouco menos) do óleo na boca e bochecha-se pelo tempo de 20 a 25 minutos, passando-se vagarosamente o óleo entre os dentes, de um lado para o outro da boca.


Enquanto o óleo é revolvido na boca, o metabolismo se intensifica no organismo e o estado de saúde fica mais estável.


ATENÇÃO: NÃO SE PODE ENGOLIR O ÓLEO!


De início, o óleo é grosso, depois vai ficando cada vez mais fluido. Deve-se cuspi-lo quando ele estiver branco como leite. Se ainda estiver amarelo, é porque não se bochechou o tempo suficiente.


Depois de cuspir o óleo, é preciso bochechar diversas vezes com água e limpar bem os dentes com a escova. Como o líquido cuspido é venenoso, deve-se limpar muito bem a pia.


No líquido cuspido encontra-se grande quantidade de germes patogênicos e outras substâncias nocivas.



TEMPO DO TRATAMENTO

Para acelerar o processo de cura, o método pode ser repetido três vezes ao dia, antes das refeições, com o estômago vazio.
Deve-se continuar o tratamento até o organismo recuperar a força, a vitalidade, o apetite sadio, o sono profundo e a boa memória.


Pode ocorrer uma aparente piora em doentes que sofrem de várias moléstias. Isso ocorre principalmente quando um foco de infecção começa a se desfazer ou quando se interfere num foco que no futuro provocaria uma doença grave.


Portanto, não se pode parar o tratamento, mesmo aparecendo febre, para não interromper o processo de cura. Na verdade, a aparente piora significa tão-somente que o organismo está reagindo e se recuperando.


Problemas agudos costumam desaparecer dois a quatro dias depois do início do tratamento, enquanto problemas crônicos podem precisar de um ano inteiro.

ÓLEO DE RÍCINO OU ÓLEO DE MAMONA


O óleo de rícino ou óleo de mamona é um líquido amarelo pálido de alta viscosidade extraído da mamona, a semente da mamoneira (Ricinus communis L.). Este é o principal produto de relevante importância econômica derivado desta planta.
Este óleo é usado há séculos como anti-inflamatório e antioxidante devido os seus muitos benefícios terapêuticos e medicinais. Acredita-se que a maioria dos benefícios é derivada da alta concentração de ácidos graxos insaturados. Embora tenha um gosto muito forte e desagradável, o óleo de mamona é usado em cosméticos, sabonetes, produtos têxteis, medicamentos, óleos de massagem e muitos outros produtos de uso diário.
Benefícios medicinais
O óleo de rícino tem sido usado tanto internamente como externamente por milhares de anos na medicina popular. Uma vez que melhora o funcionamento do sistema imunológico, o óleo de mamona é considerado um ótimo remédio para tratar algumas das seguintes doenças graves:
  • Esclerose Múltipla
  • Doença de Parkinson
  • Paralisia Cerebral
  • Queda de cabelo
  • Artrite e Reumatismo
Usado frequentemente para tratar problemas mais comuns como:
  • Infecções por fungos
  • Constipação intestinal (prisão de ventre, intestino preso)
  • Problemas gastrointestinais
  • Distúrbios menstruais
  • Enxaqueca
  • Acne
  • Queimaduras de sol
  • Dermatofitose (Pé de atleta)
  • Micoses
  • Inflamações
O óleo de rícino também pode ser usado para induzir o parto. Porem, deve-se consultar um médico antes de usá-lo.
Como usar o óleo de rícino
Tratamento natural para Artrite
As propriedades anti-inflamatórias do óleo de rícino faz com que o mesmo se torne um excelente óleo de massagem para aliviar problemas nas articulações artríticas, inflamações nos nervos e dores musculares.
  • Faça uma pequena almofada com uma flanela ou pedaço de pano de algodão dobrado em 3 ou 4 partes.
  • Embeba o pano com óleo de rícino e coloque sobre o músculo ou articulação dolorida.
  • Cubra o pano com um plástico.
  • Coloque um recipiente com água quente ou uma almofada térmica sobre o plástico que cobre o pano de algodão umedecido com o óleo. O plástico impede que a almofada térmica ou o recipiente fiquem oleosos.
  • Deixar de 45 minutos a uma hora, uma vez por dia.
Este pano de algodão embebecido de óleo de mamona pode ser reutilizado. Basta colocá-lo em um saco plástico bem fechado e deixar na geladeira para ser usado novamente no dia seguinte.
Tratamento natural para a Constipação (intestino preso)
Estudos têm demonstrado que o óleo de mamona é um laxante muito forte, o que o torna muito eficaz no combate a constipação. Portanto, basta tomar uma colher de chá de óleo de mamona na parte da manhã. Você pode misturar o óleo com suco de laranja, suco de ameixa ou suco de gengibre para tirar o sabor amargo sem afetar o efeito laxante. No entanto, não tome o óleo por mais de três dias seguidos. Se os sintomas persistirem, consulte o um médico imediatamente.
Tratamento de Micoses
Micoses são conhecidas por ser muito resistentes aos tratamentos, mas um dos compostos ativos do óleo de rícino (ácido undecilênico) possui ação fungistática e foi comprovado ser muito eficaz no tratamento de infecções fúngicas.
  • Borrife água quente em um pouco de folhas de mamona e macere-as.
  • Umedeça as folhas maceradas em óleo de coco puro.
  • Aqueça até uma temperatura que não queime a pele, e aplique as folhas sobre a área afetada como cataplasma.
  • Deixe na pele por pelo menos uma hora, ou, opcionalmente, durante a noite.
  • Caso use durante a noite, cubra ou enrole a cataplasma com um tecido para impedir que o óleo manche os lençóis.
Repita o procedimento todas as noites antes de deitar até que o problema desapareça. No entanto, se você notar alguma vermelhidão ou desconforto ao redor da área, suspenda o tratamento.
Tratamento de problemas de pele
Estudos bem-sucedidos mostraram resultados positivos no uso do óleo de mamona para infecções na pele e outros problemas de pele como queimadura de sol, abrasões, acne, pele seca, furúnculos, verrugas, estrias, manchas de idade, dermatofitose, coceira localizada e pele inflamada.
  • Mergulhe um pedaço de algodão em óleo de rícino e aplique sobre a pele afetada de manhã e à noite.
  • Se a área afetada for grande, embeba um pedaço grande de tecido de algodão puro com óleo de rícino e enrole na área afetada durante a noite.
  • Se a área afetada for muito pequena, molhe um curativo pronto do tipo Band-aid com o óleo e coloque sobre a pele infectada durante a noite.
Para infecções fúngicas insistentes que afetam a pele ou as unhas, é recomendável encharcar o local afetado com sulfato de magnésio, popularmente conhecido como “sal amargo” ou ” sal de Epsom” de 10 a 15 minutos antes de aplicar o óleo de mamona para amaciar e desinfetar a pele. Isso pode ajudar a acelerar o processo de cicatrização.
Tratamento de Terçol (hordéolo)
Os componentes anti bactericida do óleo de rícino também são eficazes no tratamento do terçol (infecção nas glândulas da pálpebra). Simplesmente aplique uma gota muito pequena de óleo de rícino diretamente sobre o furúnculo 2 ou 3 vezes por dia.
Tratamento de Rugas
O óleo de rícino é um emoliente natural que penetra a pele e ajuda a estimular a produção de colágeno e elastina, que pode suavizar e hidratar a pele. Portanto, o óleo de mamona é um tratamento natural maravilhoso para rugas, uma vez que restaura e rejuvenesce a aparência juvenil natural da pele, tornando a pele mais macia, suave, lisa e flexível.
Umedeça um pedaço pequeno de algodão em óleo de rícino e aplique sobre a pele enrugada a noite antes de deitar. Tenha mais cuidado ao passar o óleo na região da pele próxima aos olhos.
Efeitos colaterais do óleo de rícino
O óleo de mamona é normalmente seguro se usado com moderação e precaução. No entanto, mulheres grávidas, lactantes e pessoas com obstrução intestinal, doença inflamatória intestinal aguda, apendicite e dores abdominais não devem tomar o óleo sem aprovação de um médico.
Deverão ser tomadas precauções quando for consumir o óleo internamente, siga sempre as instruções da embalagem e consulte seu médico ou naturalista profissional antes de consumir o produto. Uma dose típica recomendada de óleo de rícino fica entre meia e uma colher de chá por dia. Uma super dosagem pode resultar em diarreia, náuseas, vômitos, dor abdominal ou cólicas.